domingo, 10 de janeiro de 2010

Sua alimentação no verão


O verão é a estação em que a temperatura se eleva e os dias são mais prolongados. Por causa da alta temperatura, ocorre uma diminuição do nosso metabolismo basal, diferente do que ocorre no inverno, quando o organismo se esforça para manter a temperatura interna do corpo. Por isso a quantidade calórica ingerida deve ser levemente reduzida, para não corrermos risco de ganhar peso nessa época do ano. De qualquer forma, o próprio corpo pede alimentos menos calóricos e mais gelados, resta prestarmos atenção a esses sinais e fazermos a escolha certa:

Alimentos indicados: frutas, verduras, legumes, folhas verdes, cereais integrais, pães integrais, carnes magras, queijos menos gordurosos, sobremesas à base de frutas e muitos líquidos. Faça refeições mais leves.

Alimentos a serem evitados: alimentos gordurosos (carnes gordas, queijos gordurosos, molhos à base de creme de leite, maionese). Evitar frituras e maneirar na bebidas alcoólicas. Pois no verão nosso organismo fica mais sensível aos condimentos fortes e às gorduras, podendo causar desconforto e mal estar.

Ingestão de líquidos devem ser freqüente (água, sucos naturais, chás e água de coco).

Prefira os sorvetes ou picolés à base de água e polpa de frutas, pois são os menos calóricos.

Fracione as refeições diárias (coma mais vezes, em menor quantidade)

A ingestão de líquidos deve ser freqüente durante todo o dia. O ideal seria não esperar que a sede apareça, já que essa sensação é um sinal de desidratação.

Cuidado com a desidratação de crianças e idosos:
Deve-se oferecer água em pequenos volumes, fresca, em uma temperatura agradável, mesmo que a criança não peça. Pelo menos uns 4 copos de água por dia. E tente fazer com que ela consuma sucos naturais no lugar de refrigerantes".

Cuidado com a intoxicação alimentar:

Cuidado com os alimentos feitos com leite, gordura e ovos na sua preparação. Necessitam de refrigeração adequada, pois o calor aumenta a proliferação de bactérias que podem causar intoxicação alimentar.


Seja cuidadoso ao escolher locais para consumir frutos do mar e pescados. Procure saber a procedência dos alimentos.


Não consumir de forma alguma alimentos perecíveis que ficam expostos à temperatura ambiente.


segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Drunkorexia (Anorexia Alcoólica)

A anorexia alcoólica é uma doença que tem sido ultimamente comentada pois está sendo abordada na nova novela das 20hs "Viver a Vida". A atriz Barbara Paz está interpretando uma personagem com essa doença, que também é chamada de drunkorexia.
Mas a Drunkorexia é apenas um termo utilizado para mais uma variedade da anorexia. Geralmente acontece quando pessoas anoréxicas buscam inibir o apetite usando o álcool, mas também pode acontecer o contrário, o alcoólatra desenvolver um transtornos alimentar.
A drunkorexia é uma mistura de comportamentos que envolve restrição alimentar, compulsão, vômitos e o consumo excessivo de álcool. As pessoas com este tipo de distúrbio passam fome para compensar as calorias do álcool que consomem ou quando exageram na comida e no álcool provocam vômito para eliminar os excessos.
Segundo pesquisadores, a drunkorexia costuma surgir em pessoas que já possuem algum trauma ou transtorno psicológico. O álcool costuma ser usado para aliviar a dor e a ansiedade causadas pela fome. A droga mais procurada por quem sofre de transtornos é o álcool.
É importante salientar um detalhe, um grama de álcool fornece 7kcal, o que é quase o dobro do valor calórico de um grama de carboidrato ou proteína, perdendo somente para a gordura que possui 9kcal por grama.
Algumas pessoas tem o perfil de pular refeições e fazer jejum nos dias de festa ou de encontros com amigos, para que assim possa beber à vontade, muito cuidado com estas atitudes!
Quando a pessoa passa a consumir o álcool a ponto de se envolver em problemas, provocar acidentes no trânsito ou restringir a alimentação exageradamente, fique atento.
No Brasil não há estudos sobre a drunkorexia. Em outros países constataram que o uso de álcool entre pessoas com transtornos chega a ser maior do que entre pessoas saudáveis. Também observa-se que as chances aumentam em mulheres.
Por Roberta Silva

terça-feira, 10 de novembro de 2009

O perigo da Dieta das Proteínas


Essa dieta obriga o corpo a gastar, entre três e cinco vezes mais, o combustível errado.

As Proteínas não foram feitas para serem usadas como combustível, pois são alimentos construtores dos nossos órgãos.

O corpo humano é preparado para viver com carboidratos. Por isso, o sistema de utilização de carboidratos é tão simples. Quase que imediatamente após serem ingeridos, os carboidratos são transformados em energia pela insulina produzida pelo pâncreas.


Os carboidratos, proibidos na Dieta das Proteínas, são a principal fonte de energia para o perfeito funcionamento do coração e do cérebro, órgãos vitais que, eventualmente, precisam de quantidades generosas de energia de fácil obtenção. Apenas e exclusivamente os carboidratos são capazes de oferecer essa energia com a velocidade adequada. Você consegue imaginar o quanto é perigoso retirar completamente do cardápio a fonte de energia que sustenta a sua vida?


Duas semanas na Dieta das Proteínas provocam hipoglicemia ou baixos níveis de açúcar no sangue. Isso significa que a pessoa sentirá dor de cabeça,fraqueza muscular (o coração é um músculo), sofrerá de falta de atenção, ficará com o humor alterado e, provavelmente, se sentirá muito triste. Na Dieta das Proteínas, as chances de aumentar os níveis de colesterol, triglicerídeos e ácido úrico são imensas.


Resumindo: a Dieta das Proteínas é um perigo.
Outra coisa muito importante, alguém consegue passar a vida inteira sem consumir pão, massa, batata, pipoca, farinhas etc? difícil! então 0 que isso quer dizer? Apenas que a pessoa engordará novamente. E, ainda por cima, precisará procurar um clinico para pôr a saúde em ordem.

A dieta de South Beach é uma outra versão da Dieta das Proteínas.

domingo, 8 de novembro de 2009

Manteiga ou Margarina?


No café da manhã ou lanche da tarde um pãozinho cai bem. A dúvida é sempre a mesma: manteiga ou margarina?
Para quem não tem problema de colesterol a primeira opção é ideal. No entanto, com moderação: uma ponta de faca por dia.
A margarina é de origem vegetal, derivada de óleos líquidos que são hidrogenizados para se solidificar. Isso gera perda das propriedades boas dos óleos. Além disso, a margarina tem gordura trans, responsável pela estabilidade e durabilidade do produto.
É duvidoso existir margarina livre de gorduras trans. " Isso é válido para todas as margarinas, independente da composição anunciada" .
Perigo
A gordura trans se transforma diretamente em colesterol ruim, o famoso LDL. " Um estudo da Universidade de Harvard indicou que a margarina contribuiu para um aumento em 53% na incidência de doenças cardíacas em mulheres".
Por outro lado, a manteiga é de origem animal e deriva do leite. Apesar de possuir gordura saturada e ser calórica, no organismo humano ela serve como fonte de energia e produção de hormônios, entre outros benefícios. Ela cita, ainda, que alguns estudos mostram que a manteiga possibilita a absorção de vários nutrientes da dieta humana.
Apesar de a manteiga ser a opção ideal, as pessoas com problemas de colesterol não devem consumir o produto. "É mais saudável fazer a substituição pelo requeijão light ou pelo queijo branco" .

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Alimentos orgânicos – uma escolha saudável


Uma alimentação saudável é fundamental para uma saúde perfeita. Melhor ainda é sabermos que essa alimentação é livre de agrotóxicos que envenenam nossos alimentos e organismo.
Os alimentos provindos da agricultura orgânica nos dão toda certeza de estarmos nos alimentando de uma fonte completamente saudável, nutrindo nosso organismo com mais saúde.
Esses alimentos além dos benefícios á saúde, também contribuem para a proteção do meio ambiente, pois em seu cultivo não é utilizado nenhum tipo de produto químico no solo, nem na água. Participando assim efetivamente da sustentabilidade, gerando benefício não somente ao ambiente, mais também ao homem do campo que tanto sofre com as conseqüências de um cultivo convencional, cheio de venenos.
O tempo para começarmos a nos preocupar com a saúde e o meio ambiente, é agora, pois amanhã pode ser tarde. Então quando possível, consuma e recomende alimentos orgânicos. Invista na sua saúde e da sua família, preconize uma alimentação saudável. Estudos mostram que alimentos orgânicos contem muito mais vitaminas e minerais e são ecologicamente corretos.

Texto escrito por SCHAYENE LIMA ALVES - Estudante de nutrição, 6º período. Marilândia, Espírito Santo

Dez bons motivos para consumir produtos orgânicos.

1 - Alimentos mais nutritivos e saborosos
Os solos balanceados e fertilizados com adubos naturais produzem alimentos mais nutritivos. A comida fica mais saborosa, conservando as propriedades naturais dos alimentos, como vitaminas, sais minerais, carboidratos e proteínas. Um alimento orgânico não contém substâncias tóxicas nociva à saúde. Em solos equilibrados, as plantas crescem mais saudáveis e mantém suas características originais, como aroma, cor e sabor.
2 - Saúde garantida
Muitos dos pesticidas utilizados no Brasil estão proibidos em vários países, devido às suas conseqüências nocivas para a saúde humana, tais como câncer, alergia e asma. Um relatório da Academia Americana de Ciências, publicado em 1982, calculou em 1,4 milhão/ano o número de novos casos de câncer provocados por agrotóxicos. Além disso, os alimentos de origem animal estão contaminados pela ação dos perigosos coquetéis de antibióticos, hormônios e outros medicamentos, que são aplicados na pecuária convencional, quer o animal esteja doente ou não. Consumindo orgânicos protegemos nossa saúde e a saúde de nossos familiares com a garantia adicional de não estarmos consumindo alimentos geneticamente modificados.
3 - Proteção às futuras gerações
As crianças são os alvos mais vulneráveis da agricultura com agrotóxicos. Segundo um relatório do Environmental Working Group (Grupo de Trabalho Ambiental), quando uma criança completa um ano de idade, já recebeu a dose máxima de agrotóxicos que seria permitida para uma vida inteira. Por isso, a agricultura orgânica cumpre a tarefa de deixar para as gerações futuras um planeta reconstruído e livre de doenças.
4 - Amparo ao pequeno produtor
O trabalhador rural precisa ser preservado, tanto quanto a qualidade dos alimentos. Adquirindo produtos ecológicos, contribuímos para a redução da migração de famílias para as cidades e evitamos o êxodo rural. Além disso, ajudamos também a frear o envenenamento por agrotóxicos, situação que vitima cerca de 1 milhão de agricultores no mundo inteiro. Ao optar por produtos orgânicos, as pequenas propriedades poderão manter-se sem assumir dívidas pela compra de defensivos tóxicos.
5 - Solos férteis
Umas das principais preocupações da agricultura orgânica é com o solo. O mundo presencia uma grande perda de solo fértil pela erosão, devido ao uso inadequado de práticas agrícolas convencionais. Com a agricultura orgânica é possível reverter essa situação.
6 - Água pura
Os agrotóxicos utilizados nas plantações atravessam o solo, alcançam os lençóis d´água e poluem rios e lagos. Para evitar essas ameaças, a agricultura somente utiliza água limpa e sem poluentes na irrigação, originadas de poços artesianos controlados ou de minas. Dados da Agência de Proteção Ambiental Americana revelam que a ação de pesticidas causadores de câncer já está presente em mais de 50% da água dos Estados Unidos.
7 - Biodiversidade
A perda das espécies é um dos principais problemas ambientais. A agricultura orgânica preserva sementes por muitos anos e impede o desaparecimento de numerosas espécies, incentivando as culturas mistas e fortalecendo o ecossistema. Assim, a fauna permanece em equilíbrio e todos os seres permanecem em harmonia, graças à não utilização de agrotóxicos.
8 - Redução do aquecimento global e economia de energia
O solo tratado com substâncias químicas libera uma quantidade enorme de gás carbônico, gás metano e óxido nitroso. A agricultura e administração florestal sustentáveis podem eliminar 25% do aquecimento global. Atualmente, mais energia é consumida para produzir fertilizantes artificiais do que para plantar e colher todas as safras
9 - Custo social e ambiental
O alimento orgânico não é, na realidade, mais caro que o alimento convencional se considerarmos que, indiretamente, estaremos reduzindo nossas despesas com médicos e medicamentos e os custos com a recuperação ambiental.
10 - Cidadania e responsabilidade social
Consumindo produtos orgânicos, você exercita seu papel social, contribuindo para a conservação e preservação do meio ambiente, além de apoiar causas sociais relacionadas com a proteção do trabalhador e a eliminação da mão-de-obra infantil.
Fonte: Revista Em Ecologia - julho 2002